Crianças que dormem ao lado de smartphone têm período de sono mais curto!

Crianças que dormiram com dispositivos de telas pequenas como smartphones no quarto tiveram quase 21 minutos a menos de sono por noite do que as que não o fizeram, segundo uma pesquisa publicada pelo jornal Pediatrics.

As duas faixas etárias estudadas – cerca de 9 e 12 anos – também reportaram um sono significativamente menos regular quando havia um telefone por perto, possivelmente devido aos alertas de mensagens de texto e do Snapchat.

A evidência sugere que as telas brilhantes e piscantes estão afetando nosso relógio biológico. E embora o estudo da Pediatrics não tenha concluído que os telefones causam privação do sono, a ideia de diminuir o tempo de uso dos aparelhos para os baixinhos está ganhando força.

Fique de olho no sono do seu filhote!

Fonte: http://www.infomoney.com.br/bloomberg/tecnologia/noticia/3790568/criancas-que-dormem-lado-smartphones-tem-sono-mais-curto-aponta

 

Por que acordamos com a voz rouca?

Você já deve ter percebido que acorda com a voz rouca ou um pouco mais grave, é normal. Inclusive, cantores geralmente evitam compromissos logo pela manhã.

Ao despertarmos, nosso corpo todo está ligeiramente inchado. No espelho, podemos observar nossos olhos um pouco mais “gordinhos”. “Do mesmo modo, isso acontece com as nossas pregas vocais. Toda vez que elas incham, nossa voz se apresenta rouca e com um tom mais grave”, explica a fonoaudióloga e especialista em voz, Claudia Pacheco.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/curiosidades-sobre-o-sono/

Soneca após o almoço faz bem para a memória!

No entanto, sua siesta não deve ultrapassar os 30 minutos, para não prejudicar o sono noturno.

Estudos da Universidade de Berkeley, na Califórnia, mostram que uma soneca de 15 a 30 minutos pode aumentar o aprendizado e a memorização, além de ajudar na recuperação física e mental do corpo.

Segundo a pesquisa, jovens que cochilavam à tarde tiveram um desempenho 10% melhor nas tarefas relacionadas à capacidade de aprendizagem e memória. Por outro lado, aqueles que perderam uma noite de sono diminuíram a capacidade de armazenar novas informações em até 40%.

Recuperar o sono?

Infelizmente, isso é pura ilusão. Dormir mais aos finais de semana não é suficiente para reparar todos os danos causados à saúde pelas poucas horas de sono durante o restante da semana.

O hábito pode até diminuir a sensação de sonolência e o stress, mas não é capaz de evitar problemas causados pela privação do sono, como dificuldade de concentração.

Portanto, trate de dormir muito bem durante a semana, assim você tem mais disposição para curtir seu fim de semana tranquilo!

 

O que acontece quando você não dorme bem:

– Reduz os processos de regeneração celular;

– Flacidez;

– Envelhecimento precoce;

– Cabelo debilitado;

– Sistema imunológico enfraquecido;

– Olheiras.

 

Estresse rouba um mês de sono seu por ano!

Quantas vezes você não perdeu o sono por se preocupar com tantos problemas? É conta pra pagar, trabalho atrasado, pagamento que não chega. Fica difícil dormir tranquilo com tanta coisa para resolver.

E essas horas perdidas em preocupações rendem, no fim das contas, um saldo negativo de 30 dias de sono. Pois é, em média, a gente perde um mês de sono, todo ano, por culpa do estresse.

É o que mostra o estudo encomendado pela Direct Line, empresa britânica de seguros. Os pesquisadores entrevistaram 2 mil britânicos para saber quanto tempo costumavam dormir e quanto tempo perdiam absortos em preocupações. Quase 70% diziam perder até 2 horas diárias de sono pensando em problemas. E desse número saiu a média: em um ano, são 730 horas de sono perdido. Ou 30,4 dias.

Sem nenhuma surpresa, os entrevistados citaram trabalho e dinheiro como as maiores preocupações, os maiores vilões dos sonos tranquilos. Já outros 20% dos insones não podiam dormir por outro problema: os roncos do parceiro ao lado.

 

Celular antes de dormir? Nem pensar!

Uma pesquisa recente indicou que pessoas que jogam, trocam mensagens ou utilizam o celular antes de dormir são mais propensas a ter insônia, dormir poucas horas ou sentir mais cansaço ao longo do dia seguinte.

Em entrevista ao site americano Gigaom, Richard Hansler, que durante 42 anos trabalhou na divisão de iluminação da GE, afirmou que seus estudos associam a cor azul, presente nas telas de eletrônicos, à supressão da melatonina, o hormônio do sono.

Essa substância não só contribui para que as pessoas durmam bem como tem influência na nossa saúde. A falta da melatonina no organismo pode levar o usuário a desenvolver diabetes, obesidade, doenças do coração e até mesmo alguns tipos de câncer.

A luz azul é muito brilhante e por isso é usada em larga escala em aparelhos como smartphones, tablets, notebooks e TVs. As primeiras pesquisas que relacionam esse tipo de iluminação à melatonina foram realizadas em 2001. Os estudos mais recentes afirmam ainda que a exposição à luz azul à noite causa insônia e aumenta a incidência de doenças como lúpus e enxaqueca.

Portanto, largue o celular e curta um livro antes de dormir! Seu corpo e sua mente agradecem!

 

Por que temos pesadelos?

Eles são um sinal de que algo não vai bem no departamento psicológico, indicando conflitos interiores, questões mal resolvidas ou excesso de ansiedade.

Existem casos que são fruto de um trauma. Se, por exemplo, uma pessoa foi assaltada e não quer mais sair de casa, ela poderá ter pesadelos que a farão reviver a situação – como se o cérebro enviasse a mensagem de que ela tem que passar por aquilo de novo, até superar seu medo. Outro caso comum é o de pessoas muito ansiosas, que, geralmente, sonham com situações difíceis, mas possíveis, no dia-a-dia (nada de monstros ou criaturas fantasiosas!), como perder a hora ou sofrer uma perseguição”, afirma a psicóloga Vânia Sartori, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Os casos mais graves são os de indivíduos que sofrem de medos patológicos – como a chamada síndrome do pânico e fobias em geral – e, por causa disso, têm pesadelos quase todas as noites.

No outro extremo está a ansiedade mais simples, como costuma ocorrer, por exemplo, na véspera de um vestibular. Outra fonte comum de pesadelos são traumas do passado – em geral da infância – que permanecem gravados no subconsciente.

Você sabia!?

Os sonhos podem nos ajudar a resolver problemas!

Você já se perguntou alguma vez o motivo efetivo de sonharmos? Parte da razão dos sonhos pode estar no pensamento crítico. A psicóloga Deirdre Barrett descobriu que nossas horas de sono podem ajudar a resolver enigmas que nos atormentam durante o dia. De acordo com Barrett, é o aspecto visual e, muitas vezes, ilógico dos sonhos que nos ajuda a “pensar fora da caixa” e resolver os problemas quando estivermos acordados.

É tudo uma questão de perspectiva!

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/medicina-e-psicologia/36220-7-curiosidades-cientificas-sobre-os-sonhos.htm

Sonhos podem diminuir o stress!

Em 2011, cientistas da Universidade de Berkeley descobriram que não são apenas as horas de sono que podem fazer com que você se sinta melhor.

Os sonhos são capazes de fazer com que você se sinta relaxado, diminuindo o nível de elementos causadores do stress no organismo. Segundo o professor Matthew Walker, ao acordarmos de um sonho, temos a sensação de que podemos lidar com situações estressantes, resolvendo nossos problemas.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/medicina-e-psicologia/36220-7-curiosidades-cientificas-sobre-os-sonhos.htm

É mais pessoal do que pensamos!

Oito horas? Que nada. O sono tem cinco fases e ocorre em ciclos de 90 minutos.

A ideia de dividir o dia em três e ter oito horas de sono é cria da Revolução Industrial e não funciona para todo mundo. Alguns organismos podem precisar de seis horas de sono, outros nove.

Um historiador norte-americano, Roger Ekrich, depois de 16 anos pesquisando documentos e referências históricas que remontam desde a antiguidade, apresentou um trabalho onde afirma que as pessoas costumavam dividir suas noites de sono em dois períodos de quatro horas.

De acordo com os documentos que Ekrich encontrou — mais de 500 —, ele descobriu que o normal era de que as pessoas se deitassem duas horas após o pôr do sol. Depois de quatro horas, se despertavam, saiam para caminhar ou conversar com os vizinhos, até mesmo faziam sexo, durante uma ou duas horas, para depois voltar a dormir por mais quatro horas, em um padrão de sono dividido em dois turnos.

Portanto, se você é daqueles que se despertam no meio da noite, não se desespere. Tente encarar o sono como os nossos ancestrais, relaxando ou meditando um pouco. Quem sabe essa não seja mesmo a melhor forma de descansar!