COLCHÃO ORTOPÉDICO

Há um mito ainda muito difundido de que colchões ortopédicos são colchões duros.

Há inclusive quem procure por colchões com caixa de madeira como se fossem ortopédicos. Estudos médicos recentes levam à conclusão de que esses colchões são, na verdade, prejudiciais à saúde da pessoa.

É um erro gravíssimo associar colchões duros à função ortopédica, que só será obtida combinando o colchão correto com o biotipo do usuário. Ortopédico é algo que se molda, adaptando-se ao corpo.

 

 

Dicas que combatem a insônia e ajudam a dormir melhor!

– Escolha o melhor travesseiro
Ao pensar em um bom travesseiro, é importante sempre levar em conta a posição em que você dorme. “Ao deitar-se de lado, é importante que ele seja mais alto, para que o pescoço fique alinhado com resto da coluna. Agora, se você deita de barriga para cima, o ideal é usar um travesseiro mais baixo, para que a cabeça não fique muito acima”, considera o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

– Colchão também é importante
A regra principal é que ele seja confortável e que ao acordar você não sinta dores no corpo. E se com o tempo você começar a acordar com desconfortos, talvez já seja hora de trocar.

– O valor de uma boa cortina
Ter uma cortina de boa qualidade pode não parecer, mas é tão importante quanto o colchão e o travesseiro. Isso porque a iluminação está diretamente relacionada com o sono, já que tudo isso é regido pelo ciclo circadiano, que leva em conta, entre outros fatores, o dia e a noite.

– Associe a cama ao sono
Usar a cama para outras atividades que não seja um belo cochilo podem piorar suas crises de insônia. Isso porque, quando seu cérebro entende que a cama é um local de dormir, fica mais fácil fazer com que o sono venha.

– Reduza a ansiedade
Quando a insônia bater por ansiedade, você pode usar algumas técnicas para reduzi-las. Experimente algo que você sabe que costuma relaxar você. Melhorar a respiração, fazendo exercícios de inspirar e expirar lentamente, também pode ser uma boa pedida, mas treine fazer isso acordado!

 

Você conhece os tipos de tecidos utilizados na fabricação de colchões?

Em primeiro lugar, é necessário que todos os tecidos recebam tratamento anti-alérgico, anti-ácaro, anti-fungos. Quando for comprar um colchão certifique-se com o vendedor (e confirme pela etiqueta) de que o tecido utilizado tenha este tratamento completo, haja vista a importância do sono na sua saúde.

TECIDO 100% SINTÉTICO

O tecido 100% sintético é produzido exclusivamente para colchões, com poder de absorver o suor, ou qualquer tipo de líquido.

Por ser sintético ele se torna naturalmente anti-alérgico, não sendo propenso ao acúmulo de poeira e materiais orgânicos, além de ser de fácil higienização.

MAQUINETADO

O tecido maquinetado tem as mesmas características do tecido sintético. Aliás, o maquinetadoé um tipo de tecido sintético.

A diferença deste para o tecido acima comentado está no acabamento.O maquinetado é um tecido mais encorpado, e o bordado é acetinado e em alto relevo.

JACQUARD

O Jacquard não é necessariamente um tecido, mas sim um tipo de trama em que se misturam dois tipos de fibras: normalmente o algodão e o sintético, mas também podem ser produzidos em um único tipo de fibra, ou em fibras de características mais semelhantes (como a seda e o algodão).

Esta composição torna o jacquard um “tecido” bem encorpado e de toque macio e agradável ao tato. Quanto mais fibra natural nessa mistura, mais macio e fresco.

ATOALHADO

O “tecido” atoalhado tem características bastante semelhantes às do jacquard.

Também é um tipo de trama, porém sua superfície é mais aveludada.

Devido à sua maciez, o atoalhado confere uma característica de aconchego no inverno e conforto no verão.

BAMBU

O bambu é um tecido dito como “ecologicamente correto”, pois em sua composição — afirmam os fabricantes — utilizam-se fibras naturais de bambu.

Este tecido é apresentado como sendo o mais delicado e agradável ao toque, além de proporcionar uma maior sensação de frescor.

5 segredos para escolher um bom colchão

Cuidado com as garantias de “conforto”

Dependendo do modelo do colchão, o fabricante pode dar garantia de 7, 10 ou 15 anos em seus produtos. Mas fique de olhos bem abertos: essa garantia pode se referir a apenas um dos itens – como mola, tecido, espuma – ou a todos eles.

Nem sempre o conjunto é melhor

O box e o colchão são peças avulsas e não necessariamente precisam ser compradas juntas. Se você comprar um conjunto box e dez anos depois quiser trocar apenas o colchão, isso é perfeitamente possível.

Experimente antes de comprar

Não pressuponha que um colchão firme seja o melhor para você. Estudos mostram que a velha crença de que colchões mais duros são os melhores, especialmente para quem tem problemas de coluna, talvez não seja verdadeira. Os quiropráticos dizem que a coluna deve ter a mesma aparência quando se está deitado e quando se está de pé. Assim, escolha um colchão projetado para se adaptar à curvatura natural da espinha e que a mantenha alinhada quando você se deitar.

Além disso, se você dorme de lado, um colchão firme demais pode não ser macio o suficiente para permitir que seu ombro e seus quadris afundem nele, fazendo com que seu corpo fique numa posição pouco natural. Um bom colchão distribuirá a pressão uniformemente por todo o corpo.

Não se deixe cegar pela beleza

Fabricantes de colchões dão um duro danado para deixar seus produtos com aparência de showroom, com acabamentos luxuosos e acetinados e costurados à mão. Mas, na maioria das vezes, toda essa beleza estará coberta por um lençol. Por isso, verifique como é o acabamento das laterais do colchão. Pontos dados à mão nas laterais significam que a sua cama manterá o formato por mais tempo – contanto que você não se sente na beirada.

Venha conhecer nossos colchões! Aqui você fará a escolha certa!

Mitos sobre colchões!

ESPUMA DA NASA

Dentre os muitos modismos que a propaganda cria, podemos destacar a “espuma da Nasa”, apelido com que se popularizou a espuma viscoelástica.

Muita gente acha que a espuma viscoelástica (“visco” para os mais íntimos) é o supra-sumo do conforto. Porém, não se pode exagerar.

Para começar, a resiliência (capacidade de um corpo de voltar à sua forma original após sofrer pressão) da espuma viscoelástica é muito baixa. Só por isso já se depreende que uma camada muito espessa de viscoelástico acabaria virando um buraco quando uma pessoa se deitasse sobre ela.

Ou seja, morre o mito de que colchões inteiros feitos de viscoelástico sejam confortáveis ou mesmo ortopédicos (ver a seção acima).

Uma simples camada junto ao bordado do tampo do colchão é suficiente para dar o conforto necessário ou esperado. A espuma viscoelástica foi criada para absorver impacto, e não para prover conforto.

 

Contar carneirinhos!

Você sabe a origem deste ditado popular?

Os pastores que cuidavam das ovelhinhas durante a noite, preocupados que algum predador atacasse os bichinhos, contavam as ovelhas repetidamente para garantir que nenhuma tinha sumido.

Eventualmente, os pastores, coitados, acabavam caindo no sono. Mas isso ocorria por pura exaustão, e não porque contar ovelhas tem algum efeito sonífero.

Na verdade, a ideia por trás da contagem é que dessa forma ocupamos a mente com algo monótono enquanto afastamos as preocupações cotidianas.

Colchão de mola ou espuma?

O colchão ideal deve manter a coluna em linha reta, fazendo com que seus ombros e quadris afundem ligeiramente. O colchão de mola é indicado para pessoas de até 150kg, visto que eles não possuem densidade variável. Já os colchões de espuma, normalmente considerados mais firmes que os de mola, possuem diversas densidades e devem ser escolhidos de acordo com o peso e a altura do usuário.

É mais pessoal do que pensamos!

Oito horas? Que nada. O sono tem cinco fases e ocorre em ciclos de 90 minutos.

A ideia de dividir o dia em três e ter oito horas de sono é cria da Revolução Industrial e não funciona para todo mundo. Alguns organismos podem precisar de seis horas de sono, outros nove.

Um historiador norte-americano, Roger Ekrich, depois de 16 anos pesquisando documentos e referências históricas que remontam desde a antiguidade, apresentou um trabalho onde afirma que as pessoas costumavam dividir suas noites de sono em dois períodos de quatro horas.

De acordo com os documentos que Ekrich encontrou — mais de 500 —, ele descobriu que o normal era de que as pessoas se deitassem duas horas após o pôr do sol. Depois de quatro horas, se despertavam, saiam para caminhar ou conversar com os vizinhos, até mesmo faziam sexo, durante uma ou duas horas, para depois voltar a dormir por mais quatro horas, em um padrão de sono dividido em dois turnos.

Portanto, se você é daqueles que se despertam no meio da noite, não se desespere. Tente encarar o sono como os nossos ancestrais, relaxando ou meditando um pouco. Quem sabe essa não seja mesmo a melhor forma de descansar!

 

Sonhos podem diminuir o stress!

Em 2011, cientistas da Universidade de Berkeley descobriram que não são apenas as horas de sono que podem fazer com que você se sinta melhor.

Os sonhos são capazes de fazer com que você se sinta relaxado, diminuindo o nível de elementos causadores do stress no organismo. Segundo o professor Matthew Walker, ao acordarmos de um sonho, temos a sensação de que podemos lidar com situações estressantes, resolvendo nossos problemas.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/medicina-e-psicologia/36220-7-curiosidades-cientificas-sobre-os-sonhos.htm

Você sabia!?

Os sonhos podem nos ajudar a resolver problemas!

Você já se perguntou alguma vez o motivo efetivo de sonharmos? Parte da razão dos sonhos pode estar no pensamento crítico. A psicóloga Deirdre Barrett descobriu que nossas horas de sono podem ajudar a resolver enigmas que nos atormentam durante o dia. De acordo com Barrett, é o aspecto visual e, muitas vezes, ilógico dos sonhos que nos ajuda a “pensar fora da caixa” e resolver os problemas quando estivermos acordados.

É tudo uma questão de perspectiva!

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/medicina-e-psicologia/36220-7-curiosidades-cientificas-sobre-os-sonhos.htm